Desalojados por chuvas passadas continuam em abrigo provisório
Apesar de estar prestes a anunciar um plano para retirar de áreas de risco cerca de 115 mil pessoas, a Prefeitura de São Paulo não encontrou solução para a situação das famílias que foram desalojadas em anos anteriores e estão em abrigos provisórios. Um exemplo é um alojamento no Capão Redondo, zona sul, onde vivem cerca de 60 famílias. Os desabrigados deveriam ficar no máximo seis meses, mas uma parte das famílias chegou em junho de 2005. Há também pessoas desalojadas pelas enchentes do ano passado na zona leste e que foram mandadas para um conjunto habitacional com problemas estruturais. Nesse conjunto da CDHU estão 140 famílias de bairros como Jardim Romano e Jardim Helena. O lugar tem rachaduras, goteiras, mofo e esgoto a céu aberto
Apesar de estar prestes a anunciar um plano para retirar de áreas de risco cerca de 115 mil pessoas, a Prefeitura de São Paulo não encontrou solução para a situação das famílias que foram desalojadas em anos anteriores e estão em abrigos provisórios. Um exemplo é um alojamento no Capão Redondo, zona sul, onde vivem cerca de 60 famílias. Os desabrigados deveriam ficar no máximo seis meses, mas uma parte das famílias chegou em junho de 2005. Há também pessoas desalojadas pelas enchentes do ano passado na zona leste e que foram mandadas para um conjunto habitacional com problemas estruturais. Nesse conjunto da CDHU estão 140 famílias de bairros como Jardim Romano e Jardim Helena. O lugar tem rachaduras, goteiras, mofo e esgoto a céu aberto
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