Doze linhas
"Longe de Brasília, avalanches de lama têm engolido centenas de casebres e seus ocupantes. Que desmancha-prazeres quereria incluir esse tema funesto em discurso presidencial de posse? Daí terem limitado a 12 linhas (das 350 lidas) o trecho do discurso presidencial referente aos nossos pecados ambientais. 'O Brasil continuará priorizando a preservação das reservas naturais e das florestas', prometeu a presidente. Implícito: o que não continuarmos a converter em pasto e em canavial. Ou não submergirmos em lagos como será o da barragem de Belo Monte. Bem perto da conurbação fluminense, concluiremos mais uma usina geradora de energia atômica -e de venenoso lixo radiativo. O discurso não mencionou Angra 3. E o pré-sal? Mas o que você esperava ler em 12 linhas?", artigo de Aldo Pereira
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