SP adotará padrão mais rígido para qualidade do ar
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EDUARDO GERAQUE
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO
Pelos parâmetros mais frouxos de hoje, que foram estabelecidos em 1990, o ar é frequentemente tido como "regular" (prejudicial a doentes crônicos e crianças), quando deveria ser "inadequado" (nocivo a todos).
Com a revisão do padrão atual, pessoas com doenças cardíacas e respiratórias serão mais bem alertadas do risco a que estão expostas e poderão se preparar para um dia crítico de poluição, informa reportagem de Eduardo Geraque e Cristina Moreno de Castro para a Folha.
Um grupo de estudo liderado pelo governo já definiu como ficará a nova classificação e, para que ela seja colocada em prática, falta a ratificação de órgãos do próprio governo, que tiveram representantes nas reuniões.
Grupos de interesses privados, como a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), também participaram.
Hoje, o relatório deverá ser votado pelo Consema (Conselho Estadual de Meio Ambiente), órgão estadual.
Depois de o relatório ser aprovado, faltará ainda ao Poder Executivo determinar a implementação de todas as mudanças, que deve ser feita de forma gradual.
Ainda não há prazos.
A reportagem está disponível para assinantes da Folha e do UOL.
Leia a reportagem completa na Folha, que já está nas bancas.
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